• Sáb. Fev 4th, 2023

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PRESERVATIVOS

Preservativos

O preservativo é um contracetivo de barreira usado durante uma relação sexual para diminuir a probabilidade de ocorrência de uma gravidez e de transmissão de DSTs.

A sua utilização diminui drasticamente o risco de contrair VIH/SIDA, gonorreia, clamídia, tricomoníase e hepatite B. Oferecem também proteção contra a transmissão de herpes genital, vírus do papiloma humano (VPH) e sífilis.

Existem para homens e para mulheres.

O preservativo masculino tem a vantagem de ser barato, de fácil utilização e estar associado a muito poucos efeitos secundários, oferecendo ainda proteção acrescida contra doenças sexualmente transmissíveis, é desenrolado no pénis erecto do homem antes da relação sexual e forma uma barreira física, impedindo o sémen ejaculado de entrar em contacto com o corpo do parceiro sexual.

Atualmente, a maioria dos preservativos masculinos é fabricada em látex.

Para pessoas com alergia ao látex estão disponíveis preservativos de poliuretano ou borracha sintética.

Quando usado em todas as relações sexuais, a taxa de gravidez entre as mulheres cujo parceiro sexual usa preservativo masculino é de 2% por ano para uma utilização perfeita e 18% por ano para uma utilização típica. São também usados para recolha de sémen em tratamentos de infertilidade. São à prova de água, elásticos e duráveis, são ainda utilizados para diversas finalidades sem propósitos sexuais.

Desde o século XIX que são um dos mais comuns métodos contracetivos em todo o mundo.

A sua utilização enquanto forma de prevenir a transmissão de IST remonta pelo menos a 1564.

Em 1855 apareceram no mercado os primeiros preservativos de borracha, seguidos pelos de látex na década de 1920.

Em todo o mundo é o método contracetivo de eleição de cerca de 10% das pessoas que usam algum tipo de contraceção. A taxa de utilização é maior nos países desenvolvidos.

Anualmente são vendidos entre seis a nove mil milhões de preservativos.

Embora amplamente aceites na sociedade contemporânea, a sua utilização gera ainda alguns focos de controvérsia. Fazem parte da lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde, uma lista com os medicamentos mais eficazes e seguros imprescindíveis num sistema de saúde.

 

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O preservativo é um contracetivo de barreira usado durante uma relação sexual para diminuir a probabilidade de ocorrência de uma gravidez e de transmissão de DSTs.

A sua utilização diminui drasticamente o risco de contrair VIH/SIDA, gonorreia, clamídia, tricomoníase e hepatite B. Oferecem também proteção contra a transmissão de herpes genital, vírus do papiloma humano (VPH) e sífilis.

Existem para homens e para mulheres.

O preservativo masculino tem a vantagem de ser barato, de fácil utilização e estar associado a muito poucos efeitos secundários, oferecendo ainda proteção acrescida contra doenças sexualmente transmissíveis, é desenrolado no pénis erecto do homem antes da relação sexual e forma uma barreira física, impedindo o sémen ejaculado de entrar em contacto com o corpo do parceiro sexual.

Atualmente, a maioria dos preservativos masculinos é fabricada em látex.

Para pessoas com alergia ao látex estão disponíveis preservativos de poliuretano ou borracha sintética.

Quando usado em todas as relações sexuais, a taxa de gravidez entre as mulheres cujo parceiro sexual usa preservativo masculino é de 2% por ano para uma utilização perfeita e 18% por ano para uma utilização típica. São também usados para recolha de sémen em tratamentos de infertilidade. São à prova de água, elásticos e duráveis, são ainda utilizados para diversas finalidades sem propósitos sexuais.

Desde o século XIX que são um dos mais comuns métodos contracetivos em todo o mundo.

A sua utilização enquanto forma de prevenir a transmissão de IST remonta pelo menos a 1564.

Em 1855 apareceram no mercado os primeiros preservativos de borracha, seguidos pelos de látex na década de 1920.

Em todo o mundo é o método contracetivo de eleição de cerca de 10% das pessoas que usam algum tipo de contraceção. A taxa de utilização é maior nos países desenvolvidos.

Anualmente são vendidos entre seis a nove mil milhões de preservativos.

Embora amplamente aceites na sociedade contemporânea, a sua utilização gera ainda alguns focos de controvérsia. Fazem parte da lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde, uma lista com os medicamentos mais eficazes e seguros imprescindíveis num sistema de saúde.

 

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