• Qua. Fev 8th, 2023

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LINGERIE

A referência à roupa íntima remonta à Grécia antiga (lingerie).

Na altura as mulheres usavam uma faixa de tecido em torno do tórax para suster os seios e outras peças de tecido que pareciam fraldas de algodão na parte inferior do corpo.

Os sutiãs e as cuecas conhecidas atualmente, surgiram apenas no início do século XX, até então ainda se usava espartilhos e crinolinas.

Na década de 1950, a sensualidade passou a ser associada à moda íntima com as pin ups,(tatuagem) modelos e atrizes que posavam de lingerie.

Os tops também apareceram nesse período e tornaram-se a tendência em 1980, quando era comum vê-los aparecer sob camisas abertas.

Nos anos 1990, popularizaram-se os sutiãs push-up, que aumentam e levantam os seios.

Em 1800, foram criadas as pantaloons, peças feitas em tons pastéis e semelhantes a calções masculinos, chegando até a altura dos joelhos.
Cem anos depois, surgiram os modelos nos formatos atuais.

Com o tempo, o mercado renovou-se e nasceram marcas especializadas em roupas íntimas.

Confira os 4 itens que se destacaram ao longo da história da lingerie.

Espartilhos:
Os espartilhos foram muito usados pela nobreza do século XVIII.
A roupa moldava o corpo das mulheres, projetando os seios para cima e diminuindo a circunferência da cintura.
O espartilho comprimia os órgãos internos, chegando, em alguns casos, a causar hemorragias e mortes.

Crinolina:
A crinolina era uma armação feita de linho e crina de cavalo utilizada por baixo do vestido para manter o formato da saia.
O item surgiu no século XIX e popularizou-se principalmente na Inglaterra Vitoriana.

Combinação:
No período depois da Primeira Guerra Mundial, o padrão de beleza vigente fazia com que as mulheres procurassem ter uma silhueta reta e esguia.
Por isso, foi fabricada a combinação, peça semelhante a uma camisola usada sob a roupa.

Meia calça:
A meia- calça, feita com nylon, teve origem no século XX e ganhou força nos anos 1960 e 70, possibilitando o surgimento de saias e vestidos mais curtos.
Como vimos, a roupa íntima sofreu diversas modificações ao longo do tempo, mas atualmente é sinônimo de conforto e sensualidade.

LINGERIE

A referência à roupa íntima remonta à Grécia antiga (lingerie).

Na altura as mulheres usavam uma faixa de tecido em torno do tórax para suster os seios e outras peças de tecido que pareciam fraldas de algodão na parte inferior do corpo.

Os sutiãs e as cuecas conhecidas atualmente, surgiram apenas no início do século XX, até então ainda se usava espartilhos e crinolinas.

Na década de 1950, a sensualidade passou a ser associada à moda íntima com as pin ups,(tatuagem) modelos e atrizes que posavam de lingerie.

Os tops também apareceram nesse período e tornaram-se a tendência em 1980, quando era comum vê-los aparecer sob camisas abertas.

Nos anos 1990, popularizaram-se os sutiãs push-up, que aumentam e levantam os seios.

Em 1800, foram criadas as pantaloons, peças feitas em tons pastéis e semelhantes a calções masculinos, chegando até a altura dos joelhos.
Cem anos depois, surgiram os modelos nos formatos atuais.

Com o tempo, o mercado renovou-se e nasceram marcas especializadas em roupas íntimas.

Confira os 4 itens que se destacaram ao longo da história da lingerie.

Espartilhos:
Os espartilhos foram muito usados pela nobreza do século XVIII.
A roupa moldava o corpo das mulheres, projetando os seios para cima e diminuindo a circunferência da cintura.
O espartilho comprimia os órgãos internos, chegando, em alguns casos, a causar hemorragias e mortes.

Crinolina:
A crinolina era uma armação feita de linho e crina de cavalo utilizada por baixo do vestido para manter o formato da saia.
O item surgiu no século XIX e popularizou-se principalmente na Inglaterra Vitoriana.

Combinação:
No período depois da Primeira Guerra Mundial, o padrão de beleza vigente fazia com que as mulheres procurassem ter uma silhueta reta e esguia.
Por isso, foi fabricada a combinação, peça semelhante a uma camisola usada sob a roupa.

Meia calça:
A meia- calça, feita com nylon, teve origem no século XX e ganhou força nos anos 1960 e 70, possibilitando o surgimento de saias e vestidos mais curtos.
Como vimos, a roupa íntima sofreu diversas modificações ao longo do tempo, mas atualmente é sinônimo de conforto e sensualidade.

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